Empresas que sonham alto,
traçam metas ambiciosas,
pintam visões de futuro grandiosas.
Mas quando chega a hora de agir,
a ousadia esvai-se sem pedir licença, substituída pela mesmice da rotina, do que diz o mercado, do mais do mesmo.
Planos inovadores transformam-se em cópias pálidas do que já existe no mercado, o ‘me to’ dos outros. A audácia do sonho curva-se à mediocridade do caminho do ‘isso aqui não dá para fazer.’
Porquê?
Medo do novo?
Falta de criatividade?
Inércia da cultura organizacional?
As causas são tantas, e já as vi e passei por elas todas, mas o resultado é um só:
a frustração de sonhos que jamais se concretizam, os chamados sonhos de papel.
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️What if?
(Adoro quando está pergunta aparece)
E se ousássemos de verdade?
E se desafiássemos as convenções e buscássemos soluções inovadoras para problemas antigos?
E se tivéssemos a coragem de "pensar diferente",
de fazer ‘Zig’ quando o mundo faz ‘zag’
e seguir o nosso próprio caminho?
É possível!
E mais fácil do que pode parecer. Mas para questionar é preciso parar, escutar, olhar, pensar, questionar, para depois criar
A história está repleta de exemplos de empresas que desafiaram o status quo e alcançaram o sucesso. Mas não precisamos de ir sempre para os casos conhecidos da Apple, a Amazon, a Google... que já sabemos que todas ousaram sonhar alto e agir de forma diferente.
Podemos encontrar alguns exemplos em Portugal também. Estou contagiada por um caso muito recente que conheci, como a revolução que se está a operar no aquário Vasco da Gama (o 1° aquário museu do mundo) hoje, com projetos de inovação mundial que não se limitaram ao tamanho ou à conformidade, a Feedzai empresa de inteligência artificial, líder global em soluções de prevenção de fraude financeira, mas também gosto de dar exemplos de como pessoas com as mesmas ferramentas que os outros, questionam e transformam através da sua visão clara, os resultados.
Neste caso o Dr. Martino Gliozzi responsável pela Unidade de Saúde Familiar (USF) da Baixa em Lisboa que chegou em 2009 para fazer o internato e desde então se dedicou a transformar a USF da Baixa num modelo inovador de atenção à saúde, reduzindo substancialmente o tempo de espera,
acabando com as filas às oito da manhã aumentando a qualidade do atendimento, mais personalizado e humanizado, com foco na prevenção e na promoção da saúde, utilizando a tecnologia em prol dos utentes facilitando o acesso à informação. Promoveu a saúde na comunidade através de palestras workshops e iniciativas de desporto na comunidade.
São muito adeptos deste ‘what if…’ que em vez de prescrever apenas comprimidos, os médicos prescrevessem aulas de culinária história, caminhadas ou ginástica.
E aí?
Que tipo de futuro quer construir para a sua empresa?Para si? Contentar com o passar por entre os pingos da chuva da mudança e mediocridade ou tem vontade e pronto para ousar e fazer a diferença?
#change #criatividade #inovar
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